quinta-feira, 27 de julho de 2017

Caminho contrário





A Finlândia que possui um dos melhores sistemas de ensino do mundo, , diferente do Brasil, não deixa seus jovens muito tempo na escola e não existe educação privada, apenas pública e de qualidade.

A carreira de professor é tão valorizada que chega a ser concorrida que as tradicionais medicina, direito e arquitetura.

Um professor finlandês ganha muito bem, contudo, precisa ter o grau mínimo de mestrado.
Isso nem sempre foi assim. Até meados do século passado ele era um país pobre que resolveu investir em educação.

O Brasil parece caminhar para o caminho oposto, as faculdades de licenciatura estão cada vez mais vazias, o professor é cada vez mais desvalorizado e não há uma preocupação com sua formação, o que faz com que encontremos leigos trabalhando na área.

Além de não haver uma preocupação com políticas públicas que integrem responsabilidades familiares com educação formal, o que faz com que escolas se tornem cada vez mais “depósitos” de crianças e adolescentes onde há “babás” com formação universitária para cuidar deles.

Obviamente que cada país e um país e não se pode comparar um povo a outro pelas formações históricas e sociais serem diferentes, porém, é preciso mudar e é possível se fazer essa mudança, desde que governo e povo caminhem juntos.

Assim, o povo e os políticos brasileiros têm muito a aprender com os finlandeses, pelo menos no modo como dão tal importância à educação.


terça-feira, 4 de julho de 2017

Três boas ideias para trabalhar escrita e interpretação em sala de aula

Três projetos que podem dar certo em sala de aula são:

1- Pedir aos alunos do Ensino Fundamental II ou do Ensino Médio que façam uma redação sobre o tema: ""O que eu correria atrás em minha vida e o que eu deixaria pata trás e por que? "
Em uma experiência em sala de aula muitos alunos escreveram que deixariam falsas amizades, bebidas, roubos, drogas, baladas e correriam atrás de estudos, futuro, família (pai e mãe), um mundo melhor, sonhos, tristezas e mágoas. Vale a pena fazer a experiência.

2- Transformar uma letra de música em desenho em folha sulfite ou cartolina. Abaixo a foto da transformação de "Aquarela" de Toquinho por alunos de oitavo ano de uma escola pública paulista (para qualquer idade):


3- Fazer um jornal que pode começar por um mural como os alunos do quinto ano de uma escola particular paulista fizeram (a partir do segundo ou terceiro anos):