terça-feira, 22 de dezembro de 2015

Para ler nas férias...

Minha literatura, minha arte: Mais das rimas do aleatório: Enrico parecia não ser mais a mesma pessoa. Alguém que adorava ficar em público agora não gostava mais de multidões. Ficava irritado, se es...

quinta-feira, 26 de novembro de 2015

Fim de ano: uma reflexão, um desabafo, uma surpresa, uma alegria

Chega o fim do ano e a gente pede para os alunos fazerem uma redação sobre o ano dele e o que ele espera do próximo ano. Claro que, nessa redação iremos avaliar o que ele cresceu durante todo o ano, porém, o mais interessante de tudo é conhecê-los ainda um pouco mais, saber o que eles passaram na vida durante todo ano, amizades que fizeram, que perderam, namoros que deram e não deram certo, às vezes se tornaram pais, às vezes arrumaram ou perderam empregou ou às vezes até o integrante de uma banda querida deles que deixou a banda.
É uma reflexão, mas também é um desabafo e o melhor de tudo é ver tudo de bom que eles esperam para o ano seguinte, jovens, cheios de esperança, de força, de crença no que querem sendo que querem tudo de bom.
Fiz isso com os meus alunos da primeira série do Ensino Médio hoje e, no tempo livre que tive depois, li uma a uma saindo feliz da escola.

terça-feira, 8 de setembro de 2015

Observações

É incrível como o brasileiro tem problemas com ã, ão, am. Agora mesmo li: farião ao invés de fariam. Já vi muito fan (do inglês) ao invés de fã. É muito simples, basta saber que ão é sílaba forte é um acento mesmo (o til). No caso do fariam, a mais forte é o ri e não o am. E não há palavras em português que são nasalisadas e terminam com an só com am, então fan não existe mesmo na Língua Portuguesa.


quarta-feira, 19 de agosto de 2015

Vídeo aulas!

Para assistir basta clicar:


https://www.youtube.com/watch?v=hx9MMLYpfWQ


;-)


O dever de casa de todos

Muito se fala nos dias de hoje sobre a educação formal no Brasil não estar boa, sobre os índices de analfabetismo ainda altos, índices baixos de desenvolvimento da educação medidos pelo Ministério da Educação. Mas, o investimento não deve ser feito apenas na educação básica, aquela de 1º ano do Ensino Fundamental até o Ensino Médio, porém começar com o incentivo aos estudos nas famílias, passar pela educação básica e chegar ao Ensino Universitário.
Se não há um incentivo na família a criança não entende a importância de estudar, não desenvolve o gosto pelos estudos, chega à escola sem saber o porquê de estar ali e acaba se tornando indisciplinada e fracassando nos estudos. Assim, termina mal o Ensino Médio e consequentemente não consegue um bom posto no mercado de trabalho. E, na escola, acaba atrapalhando outros estudantes que têm o incentivo, contudo que não conseguem estudar pela indisciplina causada por esses outros que atrapalham. Esses interessados mesmo não conseguindo estudar vão para as universidades. O Ensino Universitário acaba não conseguindo suprir a deficiência de uma vida escolar inteira e maus profissionais acabam sendo formados, muitas vezes maus professores que vão cair nas escolas públicas e no problema da indisciplina falado anteriormente e ainda com uma má formação.
Enfim, torna-se um ciclo vicioso. É preciso sim investir em bons cursos de formação de professores, na carreira docente, mas também é preciso conscientizar famílias e crianças sobre a importância dos estudos para que os que já têm essa consciência possam estudar e todos possam ter uma escola pública de qualidade e não apenas um depósito de crianças e adolescentes misturados com alunos interessados em estudar.

sexta-feira, 15 de maio de 2015

Juventude, sociedade e escola

A juventude de hoje, com certeza,  não é a mesma de antigamente. Hoje o dinamismo e a tecnologia fazem parte do cotidiano juvenil. Assim, lousa e giz não faz parte do universo deles. Quando se descobre o que os jovens querem e se investe nisso tudo se torna mais simples e fácil. Por exemplo, um anúncio publicitário feito em vídeo na própria escola pode dar certo para uma sala inquieta e criativa. Obviamente que o professor terá mais trabalho monitorando os grupos por toda a escola, mas no final verá que valeu a pena. Outro exemplo é o de trabalhar em grupos, com discussões e debates trazendo o tema da aula para a realidade do alunado.

Sim, muitas vezes, quando nos deparamos com auto estima baixa, problemas sociais que são trazidos para a sala de aula o assunto é outro. É preciso parar, investigar e descobrir o que interessa àqueles alunos. É um desafio, mas que pode ser vencido com paciência e persistência. No final, terá valido à pena.
Não mudaremos a sociedade, mas podemos formar cidadãos críticos que a mudem.

sábado, 11 de abril de 2015

Argumentar

Muitos alunos hoje, mesmo do Ensino Médio, têm dificuldades de construir um texto argumentativo. Por isso, coloquei algumas dicas em:

http://oficinapedagogicadeportugues.blogspot.com.br/