quarta-feira, 22 de agosto de 2012

sábado, 18 de agosto de 2012

Educação fiscal e cidadania

Nos nonos anos do Ensino Fundamental trabalhei a Educação Fiscal que é um projeto da Escola.
Primeiro falei dos impostos, dos mais básicos e conhecidos como IR, IPTU, IPVA, INSS, ICMS, IPI e os alunos refletiram sobre isso.
Depois, fizeram uma carta aos deputados pedindo que esses impostos voltassem em forma de melhores serviços de saúde, segurança, educação e transporte. As melhores cartas serão enviadas para a Câmara dos Deputados em Brasília.
Feito isso, a situação inverteu-se, fiz os estudantes pensarem como o dinheiro público é jogado fora quando o povo comete vandalismo, não cuida do material escolar que recebe, etc. E com isso, eles tiveram que fazer cartazes para que os colegas de outras séries pudessem se convencer do mesmo. Saíram cartazes mostrando que o que é público é nosso e deve ser cuidado já que pagamos tantos impostos. Foi bem interessante e abaixo algumas fotos:






segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Argumentação, debate e gravidez na adolescência

Nos dias de hoje é comum vermos adolescentes do nono ano do Ensino Fundamental grávidas.
Um bom projeto que é unir argumentação, debate e o tema em questão. Os passos que podem ser seguidos são, usando um projeto já trabalhado, são:


  1. Foi feito um debate em sala de aula sobre gravidez na adolescência quando os alunos tiveram a oportunidade de falar e discutir de uma forma mediada sobre o assunto e entender também o que é um debate, onde estavam os argumentos, etc.;

  1. Foram tiradas cópias Xerox de uma reportagem que foi publicada na Revista Capricho, da Editora Abril, no mês de abril de 2012 e essas cópias foram passadas aos grupos formados em sala de aula, grupos que eram compostos de uma média de 5 alunos;

  1. Com o texto em mãos eles tiveram que ler e discutirem juntos a reportagem que se chamava “Ferrou estou grávida” onde meninas que tinham tido filhos ou estavam grávidas davam seus próprios depoimentos;

  1. Depois eles copiaram perguntas de interpretação sobre o texto que foram colocadas na lousa em seus cadernos e em uma folha separada que deveria ser entregue à professora;

  1. Feito o trabalho escrito, os alunos partiram para a campanha de conscientização sobre a gravidez na adolescência fazendo cartazes em grupos que tentassem convencer os colegas de outras séries a não cometer esse erro (de ficar grávida, de usar camisinha, etc. );

  1. Os cartazes foram colados no corredor da escola onde circulam principalmente alunos dos oitavos e nonos anos, sendo que nos nonos anos é onde se tem uma grande incidência de alunas grávidas ou que já são mães;

  1. Depois um grupo de meninas se reuniu e com a câmera de vídeo da escola combinaram de virem a escola no período oposto ao que ela s estudam (à tarde) e entrevistaram colegas de várias séries que estavam grávidas ou já eram mães, onde elas contaram seus medos, as reações da família e o que esperam de seu futuro;

  1. As mesmas meninas se reuniram mais uma vez e foram juntas ao Posto de Saúde do bairro para que uma profissional de lá viesse dar uma palestra na escola.

segunda-feira, 18 de junho de 2012

Projetos

Como é bom trabalhar com projetos com os alunos, eles se interessam por temas que tem a ver com eles, eles se envolvem. Um dos temas trabalhados nos nonos anos é drogas e vícios como álcool, cigarro, jogo. Eles escrevem textos dissertativos muito interessantes, fazem cartazes e ficam felizes quando são colados nos corredores da escola e ainda vão atrás para fazer entrevistas, saber mais sobre o assunto. Muito bom!


sexta-feira, 25 de maio de 2012

Experiências maravilhosas

Tive duas experiências maravilhosas com um sexto ano e um nono ano do Ensino Fundamental. Com a primeira trabalhei poesia e poesia concreta e depois que os alunos entenderam o que é isso os resultados foram maravilhosos e até viraram um pequeno livro.
Com o nono ano veio a discussão de problemas como obesidade na adolescência, vandalismo, meio ambiente, violência, gravidez na adolescência. Leituras, interpretação de textos, confecções de textos, debates, confecção de cartazes e até vídeos e uma palestra isso rendeu. É muito bom ver o nosso trabalho dando certo, ver que podemos fazer algo para enriquecer o conhecimento e o senso crítico de seres ainda em formação. Sem decoreba, sem se prender tanto ao conteúdo, mas se preocupando com o entendimento, a compreensão de textos, a leitura, a escrita e, por que não, a cidadania.


sábado, 28 de abril de 2012

Passeio

Um passeio à empresa que faz o tratamento de água da cidade além de ensinar muito sobre meio ambiente ainda nos faz conhecer os alunos fora de sala de aula, nesse caso, uma quinta série. Eles se divertem e aprendem e nós, por tabela também. :-)


terça-feira, 10 de abril de 2012

Mais uma experiência

Aproveitando o Programa Curricular do Estado de SP trabalhei com cidadania, meio-ambiente dentre outras coisas com os alunos de oitava série e quinta série. Para os de oitava ainda teve a parte do texto argumentativo. De ambas as séries saíram cartazes e textos maravilhosos. Os de oitava joguei em Power Point e ficou muito legal. Quando se trabalha dentro do universo do aluno a resposta é bem outra...

sexta-feira, 9 de março de 2012

Planejamento

O planejamento anual feito na escola é interessante para aproximar a equipe docente e gestora. Um café da manhã e brincadeiras são uma ótima forma para se fazer isso. Porém, o foco do planejamento não pode ser perdido. Não se pode perder tempo com discussões e projetos que não levarão a nada. Cada um deve usar a ideia do projeto dentro do conteúdo de sua própria disciplina. Falar de meio ambiente, direitos humanos, fazer os alunos refletirem sobre o mundo e o país que vivem é importante, mas mais importante é eles enxergarem isso dentro do contexto de cada disciplina, percebendo que elas são separadas e ao mesmo tempo ligadas.

sábado, 25 de fevereiro de 2012

Equilíbrio

É interessante notar que toda criança ou adolescente precisa aprender as normas, mas sem rigidez demais. Não dá apenas para "passar a mão na cabeça" , nem fingir que não vê e nem ser chato demais. Há um equilíbrio nisso que é o que os próprios alunos esperam. Tomar um atitude quando precisa? Claro! Eles esperam por isso. Conversar quando for preciso? Eles também esperam por isso.
Este ano mesmo já tive duas experiências assim que deram certo. Não adiantar ter raiva como não adianta usar de total afeição. Há um equilíbrio que precisa ser respeitado e assim a relação professor-aluno com certeza será o mais saudável possível.

;-)