sábado, 8 de abril de 2017

Aprendizagem e arte em português

Quando metáfora se transforma em arte em uma turma de oitavo ano de escola pública:




E quando anúncio publicitário também se transforma em arte - alunos do oitavo ano fizeram propaganda da própria escola:


domingo, 12 de fevereiro de 2017

Matemática cotidiana no quinto ano

No quinto ano trabalhar com a matemática do cotidiano é muito gostoso e divertido. Basta pedir aos alunos que tragam jornaizinhos de ofertas. Com os jornaizinhos em mãos eles podem escolher os produtos que comprariam, recortar e colar numa folha. E, com isso, somar o valor da compra e ver se tivessem uma nota de 50 Reais em mãos qual seria o troco ou quanto faltaria.


domingo, 27 de novembro de 2016

domingo, 6 de novembro de 2016

Tema atual

Ótimo tema para trabalhar dissertação/ argumentação em sala de aula, discutindo com os alunos, afinal é interesse também de muitos esse assunto:

http://kaprofissionaldeletras.blogspot.com.br/2016/11/o-direito-de-um-e-o-direito-do-outro.html

sexta-feira, 28 de outubro de 2016

Circuito de ideias




Com o texto circuito fechado é possível trabalhar muitas coisas interessantes, dentre elas, o substantivos. O texto é formado apenas por substantivos. É um texto narrativo, o que também pode ser trabalhado explorando narrador, personagens, tempo, espaço e enredo. E, por fim, o interessante é pedir ao alunos que reconstruam o texto usando outras classes gramaticais. Saem ideias maravilhosas. Espaços e personagens acabam sendo acrescentados pelos alunos, mas num enredo que não muda.




Circuito Fechado - Ricardo Ramos

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Chinelos, vaso, descarga. Pia, sabonete. Água. Escova, creme dental, água, espuma, creme de barbear, pincel, espuma, gilete, água, cortina,sabonete, água fria, água quente, toalha. Creme para cabelo, pente. Cueca, camisa, abotoaduras, calça, meias, sapatos, gravata, paletó. Carteira, níqueis, documentos, caneta, chaves, lenço, relógio, maço de cigarros, caixa de fósforos. Jornal. Mesa, cadeiras, xícara e pires, prato, bule, talheres, guardanapo. Quadros. Pasta, carro. Cigarro, fósforo. Mesa e poltrona, cadeira, cinzeiro, papéis, telefone, agenda, copo com lápis, canetas, bloco de notas, espátula, pastas, caixas de entrada, de saída, vaso com plantas, quadros, papéis, cigarro, fósforo. Bandeja, xícara pequena. Cigarro e fósforo. Papéis, telefone, relatórios, cartas, notas, vales, cheques, memorandos, bilhetes, telefone, papéis. Relógio. Mesa, cavalete, cinzeiros, cadeiras, esboços de anúncios, fotos, cigarro, fósforo, bloco de papel, caneta, projetor de filmes, xícara, cartaz, lápis, cigarro, fósforo, quadro-negro, giz, papel. Mictório, pia, água. Táxi. Mesa, toalha, cadeiras, copos, pratos, talheres, garrafa, guardanapo, xícara. Maço de cigarros, caixa de fósforos. Escova de dentes, pasta, água. Mesa e poltrona, papéis, telefone, revista, copo de papel, cigarro, fósforo, telefone interno, externo, papéis, prova de anúncio, caneta e papel, relógio, papel, pasta, cigarro, fósforo, papel e caneta, telefone, caneta e papel, telefone, papéis, folheto, xícara, jornal, cigarro, fósforo, papel e caneta. Carro. Maço de cigarros, caixa de fósforos. Paletó, gravata. Poltrona, copo, revista. Quadros. Mesa, cadeiras, pratos, talheres, copos, guardanapos. Xícaras. Cigarro e fósforo. Poltrona, livro. Cigarro e fósforo. Televisor, poltrona. Cigarro e fósforo. Abotoaduras, camisa, sapatos, meias, calça, cueca, pijama, chinelos. Vaso, descarga, pia, água, escova, creme dental, espuma, água. Chinelos. Coberta, cama, travesseiro.

terça-feira, 25 de outubro de 2016

Matéria muito boa e verdadeira


Sociedade desvaloriza docência ao achar que todos podem lecionar

Patrícia Cristina Albieri de Almeida

Especial para o UOL

Todo dia 15 de outubro, comemora-se, em nosso país, o Dia dos Professores. Como docente, fico especialmente feliz por ser lembrada, nesta data, pelos meus alunos, ex-alunos, amigos e familiares. Mensagens de afeto e de estima deixam, sem dúvida, todo educador feliz.
Entretanto, além de mensagens de apoio e carinho, ouso dizer, em nome dos professores brasileiros, que desejamos ser reconhecidos, por todos os segmentos da sociedade, como profissionais do ensino.
Infelizmente, ainda hoje, a imagem da docência permanece no campo dos valores altruístas e da realização pessoal. O dom e a vocação, o amor pelas crianças, o amor pelo outro, o amor pela profissão e o amor pelo saber parecem sustentar a ideia que se tem sobre o ser professor. 
Por sua vez, esse entendimento socialmente construído e persistente traz implícito um equívoco: o de não reconhecer a existência de um conjunto de saberes indispensável ao trabalho docente que os outros –que não são professores– não dominam.
Entendo que o mais importante deles, e que se encontra unicamente no domínio dos professores, diz respeito ao saber fazer com que o conhecimento seja aprendido e apreendido pelo aluno por meio da ação docente. É o que a sociedade espera que ele faça.
Assim, neste 15 de outubro, a bandeira que eu levanto é a de combate à ideia de que "qualquer um pode ser professor". Infelizmente, o não reconhecimento de um conhecimento específico para o exercício da docência associado à precarização da profissão –que envolve condições conjunturais como salários, níveis de participação, carreira, condições de trabalho, formação, entre outros– vem contribuindo para que a docência se mostre menos motivadora do que outras opções profissionais, o que tem acarretado escassez de professores, especialmente em algumas áreas e segmentos de ensino.
Em pesquisa sobre a atratividade da carreira docente, desenvolvida pela Fundação Carlos Chagas sob a encomenda da Fundação Victor Civita, em 2009, uma aluna de uma escola pública de Feira de Santana (BA), preocupada com o futuro da profissão docente, argumenta: "hoje em dia, quase ninguém quer ser professor. Nossos pais não querem que nós sejamos professores, mas eles querem que existam bons professores. Mas, como é que vai existir bons professores se meu pai não quer, o dela não quer? Como é que vai ter professores? Aí fica difícil, não é?".
E fica mesmo! Cada um de nós é responsável pela construção de um referencial positivo do professor. A bandeira pelo reconhecimento profissional do ensino implica também no desenvolvimento de políticas públicas que tenham como prioridade a valorização do magistério, dos cursos de licenciatura e no reconhecimento do papel do ensino e da educação básica para o desenvolvimento do país, para a formação de uma cidadania ativa e para a construção de uma sociedade mais justa e mais humana.
Cada um dos mais de 2 milhões de professores brasileiros merece não só o nosso reconhecimento, como também o direito de ser de fato assistido em sua formação e em seu desenvolvimento profissional. Parabéns, professor! Parabéns, também, aos jovens que optaram pela docência como profissão!

http://noticias.uol.com.br/opiniao/coluna/2015/10/15/e-dificil-achar-bons-professores-mas-quase-ninguem-quer-lecionar.htm

domingo, 23 de outubro de 2016

Quem conta um conto...




Desde o sexto ano do Ensino Fundamental os alunos começam a ver sobre narrativas com pequenas fábulas até chegar às crônicas e contos. Na segunda série do Ensino Médio volta-se a esse assunto e depois de trabalhar contos interessantes com eles como de Machado de Assis e Charles Dickens é interessante fazê-los escrever seu próprio conto que pode ser feito individualmente ou em grupo. Sem um tema definido e sem um tipo definido, os alunos ficam livres a escrever o que quiserem dentro de terror, aventura, suspense, etc. e saem histórias muito boas.
Essa também é uma forma de conhecer mais sobre o universo do alunado. Uma experiência e tanto que pode, por que não, levar a um livro virtual ou a um blog de contos.